segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Pé ante pé
Todos corriam um risco enorme de nunca se mover em direção alguma. Mas de vez em quando, em diferentes intervalos de tempo, davam um ou dois passos, preferencialmente adiante, mas nem sempre. Alguns andavam em círculos, outros teimavam em dar uns passos para o lado por medo de saber o que encontrariam mais à frente. Mas a grande maioria simplesmente não sabia para onde ir. Eu tenho 23 anos, eu tenho que fazer algum sentido para o mundo- dizia a menina aflita, caminhando decida, mas nem sempre consciente do destino final. A estrada é quase sempre longa e perigosa, tentadora, mas não importam os perigos, nem importa aonde vamos encontrar o fim, a estrada foi feita pra ser desvendada.
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