sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
estanca
De pé, ao lado da porta, me olhava com a dor de um adeus. Eu, sem ter certeza de nada, só sabia colocar os pensamentos pra brigar dentro das infinidades das minhas idéias. Pra que você foi construir aquelas imagens estranahs na minha cabeça? Eu as vi como um filme numa película antiga, em decomposição. Você me esperva diante do carro pra me levar pra sempre pra um lugar bem longe, de onde nunca sairíamos... Mas agora resta silêncio, diria Shakespeare, resta tanto e tão pouco, tão distante... As lembranças dos futuros imaginados... Resta silêncio.
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