quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Uma taça de vinho

Debruçada num universo criado, uma percepção diferenciada do mundo brinda a minha existência.
Eu agradeço por ser e poder ser, se tem algo de que me orgulho é sorrir.
Eu tenho orgulho de me erguer da cama e olhar pro céu, encantada com a vida.
Como uma criança que caiu do útero do berço e resolveu tentar descobrir o que eram aquelas coisas que a cercavam.
Claro que tem cores que ajudam as retinas a terem mais vontade de olhar o mundo,
mas tantas vezes eu tenho certeza de que posso voltar a ser criança, sem ser de verdade.
Isso é desfrutar da despreocupação da mente infantil e a liberdade adulta de fazer o que quer.
Ahhhh... Chegamos ao ponto crucial... O que quero.
O que a humanidade quer? O que pretendem os homens?
Prefiro me livrar da responsabilidade de responder tal pergunta tão infinita,
eu tantas vezes mudo de vontade, sou tantas mulheres ao mesmo tempo.
Respondam os outros o que querem. Eu nunca vou saber.

Um comentário:

  1. é uma daquelas perguntas que com o passar do tempo perguntamos de novo e de novo... inevitavelmente..
    somos crianças sim, mas com muito mais espaço para pensar.. não sei o que faço com tanto espaço aberto.. então, porque não sonhar?

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